Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Desabafos Mudos

Desabafos Mudos

07/10/18

Objectivo (ou sonho?)

É um objectivo, talvez um sonho. Comecei a dar mais uso à minha câmara quando a minha tia à uns meses me disse que ia batizar o rebento mais novo da família. Voluntariei-me logo para ser fotógrafa, mas só se eles não tivessem mesmo ideia de contratar um. Porque não sou profissional, amadora sim. 

Sempre gostei de fotografia, mas nunca fiz um workshop, formação ou curso. E vendo bem agora, arrependi-me. 

Ainda assim nada impede que a experiência dê resultados. Ainda sonho em alugar um espaço e ter um pequeno estúdio, em que ele num canto vai ter a secretária dele e fazer websites.

No ínicio do próximo ano vou fazer uma sessão de pré-mamã e recém-nascido 

15/05/16

foi hoje

Hoje, assim, de repente, atirámo-nos de cabeça e agora é uma questão de tempo até termos vaga num local de trabalho para começarmos a trabalhar á noite e continuar á procura de um part-time para o dia. Longe, de onde actualmente moramos, mas perto de onde eu morava. Perto dos meus pais e restante família, o que vai facilitar.

Foi hoje que começámos a ver apartamentos para alugar, já enviámos inclusivé, uma mensagem a um, a perguntar se aceitavam animais de estimação.

É agora a nossa vez. Pelo menos assim espero.

10/03/15

a minha mãe diz que saio ao meu pai

Vocês já sabem que neste momento tenho um trabalho fotográfico que inclui fotografias para quadros. Então estava eu à duas semanas em Lisboa em casa dos meus pais quando me surgiu e disse: "Epah, sabes no que penso às vezes? Imagina que o hotel se aguenta e daqui a cem anos estão as minhas fotos pelas paredes em quadros e as pessoas vêm e dizem 'wow, esta foi tirada onde?' ou 'quem é que tirou estas fotografias?', era brutal!". Ao que o meu namorado responde que estou sempre a pensar muito à frente e a minha mãe diz que sou mesmo igual ao meu pai, mas que isto é uma coisa boa. Ser positiva.


Que houve uma altura em que para os meus pais as coisas também estavam apertadas por qualquer coisa que aconteceu (que eu já não me recordo para variar) e que ele, calmo, lhe disse que sempre que se fecha uma porta ou vai abrir. E não é uns dias depois as coisas melhoraram bastante?

 

Há alturas em que aqui andamos apertados, apertadinhos, e de um momento para o outro surgem oportunidades assim puff quase do ar. Tudo ao mesmo tempo. E eu não consigo deixar de imaginar isso. Os quadros com fotografias da região e as pessoas a olharem e a compararem com a futura actualidade que vai ser daqui a 100 anos.

05/11/14

sinto-me muito limitada

 

Comecei à uns meses a ler mangá à dois meses. Depois de me aperceber que um anime lindo que acabara de ver, tinha continuação e muito mais que falar. Num mangá. Basicamente descobri que eles criam os animes como uma espécie 'trailers' para levar as pessoas a comprar/ler os mangás.

Lá fui eu ao maravilhoso google perguntar pelos sites onde pudesse ler em português brasileiro. Toda contente continuei a ler o desenrolar da história. Mas isto não é só coisas boas. Nop. Para eu poder ler o mangá traduzido, estão pessoas voluntárias a eliminar os textos das as páginas, e editar se apagarem coisas que não devem (que acontece muito), traduzir de japonês para português brasileiro, tem quem releia para ver se está tudo correcto... e afins. O quê que acontece? Chega a uma altura que há membros da equipa que não podem continuar a dispender aquele tempo porque tem universidade, trabalho ou ambos e como um ou dois não fazem tudo, acaba por ficar a meio. E quem lê fica sem mangá! (Sim isto é um processo um bocado feio mas acreditem, se eu pudesse comprar os mangás eu comprava tudo!)


Porquê que estou a falar nisto tudo? Porque fiquei sem dois mangás. Um ainda consegui 'remediar'. Eu e o meu irmão, que está nisto junto comigo, pesquisámos e lá encontrámos em inglês. Toca a ler... só que o inglês parou também nuns capítulos mais à frente. Fomos para o espanhol. Que não parou, mas está a sair atrasado, bastante. E qual é que vem a seguir? O italiano! O meu irmão começou a ler as primeiras páginas mas desistiu. Eu ainda fui tentanto porque à bastantes parecenças e as que me deixam à nora vou ao tradutor. Mas mesmo assim, não é a mesma coisa porque não estou a perceber completamente.


Portanto, sou nativa portuguesa. Falo/leio/percebo/escrevo inglês fluentemente. Leio espanhol e percebo o que me dizem. Arranho qualquer coisa em francês (leio mais propriamente). Mas é só isso. Pelo que me sinto limitada, presa, pequena... tudo!

Já disse ao meu namorado, acabando a licenciatura vou tirar uns cursos de japonês e italiano, depois mando vir os ditos mangás directamente do Japão e tudo! Só quero mesmo saber o que vai acontecer ao raio do rapaz! E outros tantos.

25/09/14

sou finalista

Finalmente estou no meu último ano da licenciatura. Sem intenções de fazer o mestrado. O que quero mesmo é fazer outros cursos. Para já era mesmo um de inglês e outro de criação e edição de imagem. Porque são duas coisas com que uma pessoa pode ir ganhando uns trocos. E aqui ando eu a espreitar as hipóteses que tenho, a pensar no que vou fazer quando terminar a licenciatura e ainda vou na primeira semana de aulas do 3º.

09/05/13

Geração da esperança, não geração à rasca

   Esse é o nome que deveriam dar à nossa geração. Somos um grupo de jovens que têm a televisão, a rádio e os jornais a recordar-nos de que não há trabalho. E quando há, somos mal pagos por todo o esforço. Mas nem é preciso ligar os aparelhos ou olhar para as capas dos jornais. As expressões dos corpos vazios que vagueiam pelas ruas é suficiente.


   Apesar disso, nós sonhamos. Não, não sonhamos. Nós fazemos planos para o nosso futuro. E o plano do meu futuro é desenhado bem longe daqui, da terra de que tanto tenho orgulho, de Portugal...


   Apesar do panorama não desistimos, arregaçamos as mangas e continuamos com esperança de que o nosso trabalho possa vir a ser reconhecido. Temos esperança de uma vida melhor do que aquela que os media nos querem vender.


  Eu vou agarrar na minha licenciatura, nele e na gata. E por-me a milhas à primeira hipótese.


Picoult, 25 anos, a espetar com tudo para aqui desde 2009.

it

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mensagens

Sobre mim

Picoult, 25 anos, a espetar com tudo para aqui desde 2009.
Curiosa na multimédia, gosta de fotografia, apaixonada por gatos e já foi viciada em escrita.