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Desabafos Mudos

Desabafos Mudos

07/10/18

Objectivo (ou sonho?)

É um objectivo, talvez um sonho. Comecei a dar mais uso à minha câmara quando a minha tia à uns meses me disse que ia batizar o rebento mais novo da família. Voluntariei-me logo para ser fotógrafa, mas só se eles não tivessem mesmo ideia de contratar um. Porque não sou profissional, amadora sim. 

Sempre gostei de fotografia, mas nunca fiz um workshop, formação ou curso. E vendo bem agora, arrependi-me. 

Ainda assim nada impede que a experiência dê resultados. Ainda sonho em alugar um espaço e ter um pequeno estúdio, em que ele num canto vai ter a secretária dele e fazer websites.

No ínicio do próximo ano vou fazer uma sessão de pré-mamã e recém-nascido 

10/03/15

a minha mãe diz que saio ao meu pai

Vocês já sabem que neste momento tenho um trabalho fotográfico que inclui fotografias para quadros. Então estava eu à duas semanas em Lisboa em casa dos meus pais quando me surgiu e disse: "Epah, sabes no que penso às vezes? Imagina que o hotel se aguenta e daqui a cem anos estão as minhas fotos pelas paredes em quadros e as pessoas vêm e dizem 'wow, esta foi tirada onde?' ou 'quem é que tirou estas fotografias?', era brutal!". Ao que o meu namorado responde que estou sempre a pensar muito à frente e a minha mãe diz que sou mesmo igual ao meu pai, mas que isto é uma coisa boa. Ser positiva.


Que houve uma altura em que para os meus pais as coisas também estavam apertadas por qualquer coisa que aconteceu (que eu já não me recordo para variar) e que ele, calmo, lhe disse que sempre que se fecha uma porta ou vai abrir. E não é uns dias depois as coisas melhoraram bastante?

 

Há alturas em que aqui andamos apertados, apertadinhos, e de um momento para o outro surgem oportunidades assim puff quase do ar. Tudo ao mesmo tempo. E eu não consigo deixar de imaginar isso. Os quadros com fotografias da região e as pessoas a olharem e a compararem com a futura actualidade que vai ser daqui a 100 anos.

19/02/15

orçamentos para aqui e para ali

Escrito a 16 de Fevereiro:

O meu primeiro cliente foi daqueles que metia medo. O meu namorado (e sócio) mostrou o produto, explicou como funciona, mostrou o portefólio entre outras coisas. Tudo o que faz e podia fazer para eles. A mulher dele falava e questionava, ele ouvia em silêncio. No fim levanta-se e trás umas quantas folhas à quatro em branco e uma caneta. E começa a fazer perguntas, a apontar as respostas para perceber o que é melhor para ele. 

Sim, de inicio estava nervosa. Existem muitas pessoas brutas quando nos vêem não nos levam a sério por sermos jovens e são mal-educadas. Mas este não era um deles e percebi que no lugar dele faria o mesmo.

 

Chegando à minha parte, explicou o que queria e pediu que lhe fizesse um orçamento. E eu não sabia a trabalheira que dava fazer um orçamento até começar um. E custa mais por me estar a iniciar nisto. É tão difícil pôr um preço no nosso trabalho.

 

Hoje, 19 de Fevereiro:

Está confirmado o meu primeiro cliente :) o meu segundo trabalho remunerado, mas o primeiro como deve ser. Estive a semana toda preocupada com o preço. A nossa professora de marketing dizia que 'é importante saber um pouco do trabalho dos que nos rodeiam para sabermos dar valor'. Mas não é qualquer pessoa que sabe o trabalho que está por trás da fotografia, refiro-me ao antes, ao momento do trabalho e à pós-produção. Não é fácil. Então andei eu praticamente desde a primeira reunião na sexta-feira 13 ) nervosa porque o preço era aquele e não podia baixar mais para o trabalho e responsabilidade que vai ser. Mas tinha medo que eles achassem caro e não o aceitassem.

Para chegar lá hoje e eles nem sequer o porem em causa.

 

A parte mais dificil já passou, convencer que somos bons e a melhor escolha. Agora vamos à parte divertida: o trabalho! (Sem sarcasmos!) Eu gosto do que faço :)

26/08/13

18 e 19

Looking Down



    O que estes pezitos tentaram entrar na água fresquinha ;)


 


 White


 



    Quando nenhum deles queria sair, sair da frente da ps2, do pc, sair de dentro do quarto que estava mais quente do que estava na rua, ficava aqui, nesta cadeira. A ler o meu livro, ou simplesmente a apreciar o sossego da aldeia, a aproveitar o que não tenho 97% do ano: liberdade, silêncio, natureza e sobretudo segurança.


Picoult, 25 anos, a espetar com tudo para aqui desde 2009.

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Picoult, 26 anos, a espetar com tudo para aqui desde 2009.
Curiosa na multimédia, gosta de fotografia, apaixonada por gatos e já foi viciada em escrita.