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Desabafos Mudos

Desabafos Mudos

26/08/13

18 e 19

Looking Down



    O que estes pezitos tentaram entrar na água fresquinha ;)


 


 White


 



    Quando nenhum deles queria sair, sair da frente da ps2, do pc, sair de dentro do quarto que estava mais quente do que estava na rua, ficava aqui, nesta cadeira. A ler o meu livro, ou simplesmente a apreciar o sossego da aldeia, a aproveitar o que não tenho 97% do ano: liberdade, silêncio, natureza e sobretudo segurança.

26/08/13

modos da cidade

    E eu, como anti-social, tenho-os bem entranhados em mim. Este é um dos meus problemas quando vou para a terrinha. E que problema é esse? O ter que fazer um esforço por me lembrar de cumprimentar as pessoas, mesmo que não as conheça de lado nenhum. O que numa aldeia com menos de 100 pessoas é dificil, no mínimo conheço as pessoas de vista apesar de não conviver com elas.


 


    Na cidade é como se tivesse umas palas nos olhos, ou melhor, é como se estivesse a andar na rua sozinha. Eu não vejo as pessoas e elas muito menos me vêem a mim. E essa é um bocado a minha tendência na aldeia, não ver as pessoas apesar de ali estarem a ver-me bem a mim. Este estado é agravado quando essas pessoas são velhos rebarbados e machistas ou velhas que implicavam connosco porque já não estavam habituadas a ter a rua cheia de putos a correr atrás de uma bola ou a andar de bicicleta por todo o lado. Sobretudo quando estou sozinha? Finjo que não vejo (coisa impossível) e está a andar. Que bonito... mas não consigo evitar a maior parte das vezes. Até porque gostava de ser invisível para eles todos.


Picoult, 25 anos, a espetar com tudo para aqui desde 2009.

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Picoult, 25 anos, a espetar com tudo para aqui desde 2009.
Curiosa na multimédia, gosta de fotografia, apaixonada por gatos e já foi viciada em escrita.